
Julgavamo-nos perdidos, sós. Prontos a dormir naquela casa abandonada, à sorte. O comboio deixou-nos de braço no ar, dizendo adeus, incrédulos. Podíamos ter dormido no chão da salinha de espera, sob um aquecimento norueguês mas fomos olhar para o escuro da montanha, agora escondida entre outras, despida do espanto que nos assaltara umas horas atrás. Vimos-te. Caminhando.


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