quinta-feira, agosto 09, 2007

Nunca ou um dia
















Tarde em que a janela ficou aberta.
Em que o vento varria o quarto, enquanto as cinzas de velhas dores dancavam ao sabor da brisa.

Tarde em que o rio engoliu Gabriel.
Vestido de verde, sussurrava atraves das margens embalando o caminho.

Tarde em que os dias tiveram nome.
Em que descobertos ficaram e deixaram de encerrar misterio.

Quao tarde te terei

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