sábado, julho 03, 2004

Lembrei-me de me divertir

Com estas duas fotos começa a minha aventura. Numa espécie de desejo que estava dormente e que duas pessoas ajudaram a despertar. A elas todo o meu obrigado e amizade que não esqueço. Espero que este seja só um início e que todas as fotos me venham a dar tanto prazer como estas duas. Quem me dera.

"De lado" Posted by Hello

"O que vês?" Posted by Hello

sexta-feira, julho 02, 2004

era uma veS...


Hoje fui a uma aula que não existia. Lembrei de livrar-me das extremidades das velhas raízes. Decidi ver um filme que à muito esperava, descobri que gosto muito dele e que já o tinha visto, quando pequeno. Agora vou ter de aprender tudo de novo, na "escada de Jacob". às vezes basta subir um degrau. Hoje é um dia, como à anos me imaginei a fazer, em que comprei um candeeiro, tenho comprado muitos ultimamente. Tudo serve para nos fazer sentir que existe, de facto, uma evolução na vida, que não é um ciclo e que cada vez que cortas o cabelo és uma pessoa nova. Talvez lembrar que a última letra do teu nome é só o princípio da história.  Posted by Hello

terça-feira, junho 29, 2004

que nunca mais

Fico com a sensação que tudo isto dura à tempo demais, que há dez anos abri o primeiro livro de direito e agora, quando já tenho de fazer arrumações sazonais para encontrar espaço para os que vão pululando pelo meu quarto, não consigo fechá-los de vez. De facto, nem metade desse tempo passou. Quando devia estar cheio de preocupações com o que vou fazer depois do fim, estou sim com vontade de despachar tudo isto o mais depressa possível e ver tudo pelas costas. Quando a vontade é de acabar, eu também não consigo fugir de uma letargia preocupante. A mim parece-me um cruzamento de parvoíces, daqueles que com um olhar clínico diagnosticaria "normal". Não sei se é por ser burguês ou simplesmente não ligar excessivamente a um futuro próprio. Talvez repita mentalmente todos os dias "o jogo mais importante é o próximo" e isso me faça crer que não é altura para estudar mas sim para correr para o campo. Aí espero pelas alegrias dadas por um rui, talvez um nuno, mas sobretudo um Pedro. Pois que nos dias abafados que correm, preso de movimentos, são eles que me fazem esquecer um fim que nunca mais acaba.

segunda-feira, junho 28, 2004

Hallingskeid


Por vezes gostava de saber qual é a sensação de percorrer um corredor infinito, sem porta no fim. O problema é que eles só aparecem nos sonhos e os meus nunca me dão o que quero. Haverá sempre uma porta para abrir, mesmo que esteja numa estrada deserta. Como guiar numa via longa, com destino mas estando este longínquo. Imagino este percurso com banda-sonora, sem sistema de som, mas com música nos ouvidos. Já concretizei este sonho, foi só deixar-me encantar pela paisagem e esquecer que não eram os rios e as montanhas que cantavam cá por dentro. Posted by Hello