Pato bravo
Fazes-me perder os sentidos com as tuas voltas. Copias os meus medos e torna-los palpáveis, de tal modo que me dá vontade de vos abraçar, a todos. Só nunca percebo porque me fazes correr contra a parede, me cortas os lábios quando ao fundo eu via um beijo. Para a próxima não te deixo sair do fundo do poço, não te lambo as feridas, nem te deixo roubar-me pedaços. Não. Voltarei a fazê-lo outra vez. Nem tenho medo de te ver à chuva, de querer empurrar-te para então te salvar. Simplesmente por vezes desligo o botão e esqueço-me de te amar. Por entre os segundos.
Sou um voluntario da minha vontade.
O resto é história.
Sou um voluntario da minha vontade.
O resto é história.


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