sábado, julho 31, 2004

Por cá

Não gosto do ar-condicionado que abarulhenta a minha vista para o monsanto, sobretudo porque é a do quarto, a mais sagrada.
Não gosto dos cartazes que se escondem nos cantos das ruas e ainda menos dos que enchem as fachadas da minha cidade, roubando-me os prédios.
Não gosto da ideia de fechar os bebedouros que me priva do bem público água e me lembra porque também não o queria para fechar as veias do meu país. - Arre Santana que se nos impedes de correr corremos contigo!
Não gosto da feira de vaidades. Nem ao preço da chuva.

segunda-feira, julho 26, 2004


É assim que eu me vejo, no escuro. Em dúvida, sem razão de ser e terminando os dias na pele de um quadro esborratado, onde não se vê o princípio, só o fim. Posted by Hello