1,2,3...1,2...1...1...1...


Isto vai correndo um pouco aos solucos. Abdicam-se de prazeres aos solucos. Abnegam-se vontades. Sem musica, sem filmes, sem sitios onde sentar sozinho. Nao descubri as fotos que queria. Doem-me os joelhos de nao correr. Os dias as vezes cheiram a po. Nao se descobrem vocacoes. Os erros dizem ola na forma de esqueletos limpos. O odio aos outros cresce numa garganta sem amigos. Perde-se espaco para letargia. Cobrem-se os moveis de branco. Pintam-se os olhos de velho. Espera-se.
Nao me digam nada. Nao me digam nada. Se eu nem sei o que quero ouvir.
Vou fechando os olhos enquanto te vejo.
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