Hoje não mas quando?
Pois que por vezes estamos de costas para a vida e não sabemos a quem dar os nossos ouvidos, as nossas mãos, ou se o melhor é mudar, arranjar uma nova moldura para um quadro diferente. Virado para o canto não há sobressaltos, nada de alarmes, temos toda a tranquilidade enrolada num ângulo recto. Não consigo é ver a "big picture", o arrumar de tudo para tudo fazer sentido. Talvez por isso é que continuo a ver-te desfocada, pelas costas.

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