Belfast abandonado

Recordo onde te procurei após a perda. No lugar onde julguei ver-te novamente, sob um nome que agora era o teu. Sei que me disseste que não eras tu, que agora andavas por outras paragens mas não acreditei. Continuo a não o fazer. Por razões de sentimento ainda te vejo lá, na tua varanda sem porta, a cruzar a brisa da chama de outros tempos. Pois que cada um se feche de vez e encontre abrigo atrás das palavras que temos medo de trocar.
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