sábado, agosto 28, 2004

Uns porque os não têm, outros porque não os querem

Por vezes odeio-te, será melhor não me dizeres nada, mas isso também vem acontecendo. Reconheço em mim necessidades tuas apenas nunca as desvendo, talvez seja por isso que te odeio, por sentir o mesmo que tu, os mesmo vazios de ombro onde falta o apoio, o acompanhamento. Nunca te darei a estalada que sinto crescer na palma da mão, não acredito na minha violência. Sem comentários.

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