
Estou um pouco perdido nas palavras que devia ter. Não sei bem o que querem de mim mas sei que mais do que lhes poderei dar. Engraçado ter deixado para a última esta pressão toda. Longe de ser ignorante e igualmente de ter a chave do meu problema. Estou farto de pessoas a morrer, de casamentos que não são válidos, de sujeitos sem capacidade até para promessas, no meio de uma confusão de países e eu que só quero um esconderijo onde pousar. Deixem-me em paz, afastem-se de mim, já não consigo colorir-vos o cinzento. Por cá ando, de rastos.
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